Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 25/02/2021

Um dos principais objetivos da Agenda 2030, plano de ação global feito por vários países em prol do desenvolvimento sustentável, é a proteção do meio ambiente, ou seja proteger a fauna e flora típica de vários habitats. Todavia, esse objetivo, infelizmente, está longe de ser alcançado e um dos principais inimigos da biodiversidade é o  poliestireno, plástico, material que foi inventado a pouco tempo, com a decoberta do polímero. Nesse sentido, há de se exaltar o impacto do plastico na biodiversidade e como eles afetam o ser humano, que também faz parte do meio ambiente.

A princípio, umas das principais causas para a diminuição da biodiversidade é a negligencia do ser humano para com as outras espécies. Nesse viés, um documentário feito pela ONU, Organização das Nações Unidas, mostra que o plástico é o causador direto da morte de muitas aves, tartarugas e seres marinhos, que ingerem os microplásticos, causando a extinção de milhares de espécies todos os anos, das quais, muitas, o ser humano ainda não conheçe. Esse problema é inflacionado por causa da máquina industrial capitalista, que serve para suprir necessidades de áreas humanas, como a sacola plástica dos supermecados ou o gigantesco uso de poliestireno pela industria farmacêutica. Dessa forma forma, não é razoavel que vários países ao redor do mundo almejem a proteção do meio ambiente sem criar um sucessor biodegrádavel para o poliestireno.

Outroassim,  é nessesario falar sobre o impacto que o microplástico, derivado do plástico, causa ao ser humano. Nesse contexto, a BBC, uma das maiores corporações de informação do mundo, informa que o ser humano pode ingerir até 121 mil partículas de microplastico por ano, esses micropláticos estão em tudo, desde suspensos no ar,  nanoplástico, até no seu condicionador. Além disso, os microplásticos representão um perigo químico, contendo elementos tóxicos em sua composição, e biológico, pois quando acumulados icentivam a criação de fungos e bactérias.

Portanto, para diminuir o impacto do plástico na biodiversidade devemos determinar áreas de conservação e fiscalizar certificando-se de que não há poliestireno nelas. Ademais, para combater os microplásticos, A ONU, maior organização politica do mundo, deve buscar diminuir o uso de microplásticos em produtos, por meio de sanções economicas a empresas privadas, ou a nações que descordam da diminuição. A fim de diminuir o percentual de plástico nas industrias, mobilizando a população para, também, reduzir a compra. Desse modo, a Agenda 2030 concluirá com seus objetivos e metas.