Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 15/05/2021
Na música de Gonçalves Dias “Canção do Exílio” ele declara: “Nossas várzeas tem mais flores, nossos bosques tem mais vida”, que retrata um amor pela biodiversidade e pela natureza em geral. Entretando, no Brasil encontramos diversas áreas devastadas pelos seres humanos desde o período colonial. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos: a negligência governamental e o descaso das mídias.
Primeiramente, é indubitável o desleixo do governo em relação a preservação do meio ambiente. Segundo a Lei 6.938 de 1981, que tem como objetivo garantir a conservação ambiental, verifica-se que esse conceito encontra-se deturpado no Brasil à medida que mais de 70% das sacolas plásticas se encontram em mares e oceanos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), fazendo as leis permanecerem no papel.
Outrossim, é notório o descaso das imprensas ao dar importância mínima à destruição da nossa biodiversidade. Nesse contexto, isso ocorre por falta de educação ambiental mais ampla, que demonstra o quanto o consumo desenfreado podem gerar malefícios ao ecossistema. Analogamente à frase de Thomas Hobbes, a qual ele diz que o homem é responsável pelas suas ações e o prejuízo que retornarão a ele mesmo, por meio de enchentes, poluição das praias e outros.
Por fim, fica evidente a necessidade de medidas que venham melhorar os impactos ambientais causados pelo lixo. Por conseguinte, cabe ao Governo Federal, colocar suas leis de preservação em prática por meio de ações midiáticas, a fim de que as normas saiam do papel e sejam exercidas. Além disso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, junto com escolas incentivarem jovens a preservar o lugar que habitam por meio de projetos sustentáveis, a fim de que cresçam com uma benévola educação ambiental. Somente assim, agiremos de acordo com a Canção do Exílio e nos afastaremos da realidade de Hobbes.