Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 30/08/2021

Segundo a Constituição Federal de 1988, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Tal ideia, no entanto, encontra barreiras para ser obedecida, por conta dos impactos negativos que o lixo plástico oferece ao meio ambiente. Faz-se crucial, dessa forma, analisar a negligência estatal e social como principais responsáveis pelo empecilho.

Primeiramente, observa-se, antes de tudo, que a negligência estatal é uma peça-chave do problema. Acerca disso, Thomas Hobbes, filósofo inglês, defendia que é dever do Estado proprocionar meios que auxiliem o progresso de toda a coletividade. A máxima do intelectual, todavia, destoa da realidade, fato que se materializa na quantidade irrisória, especialmente por parte do Ministério do Meio Ambiente, de políticas que tenham o propósito de preservação ambiental. Logo, a displicência da máquina pública fere os princípios pontuados por Hobbes e, ao mesmo tempo, impede o avanço da solução do problema.

Por sua vez, vale analisar a negligência dos cidadãos para com o meio ambiente. Sobre isso, o documentário “Oceanos de Plástico”, elencado na Netflix, além de expor os impactos causados pelo lixo plástico aos oceanos do planeta, também evidencia que a população tem grande parcela de culpa no problema, por não contribuir para a reciclagem adequada do material. Diante disso, é perceptível que o desserviço das pessoas agrava os impactos causados pelo lixo plástico ao meio ambiente.

Portanto, é interessante que o Ministério do Meio Ambiente trabalhe em conjunto com o Poder Legislativo,  a fim de atenuar o problema. O Ministério do Meio Ambiente pode buscar uma eficiente estratégia de fiscalização. Simultaneamente, o Poder Legislativo deve avaliar o cumprimento das leis já existentes contra a poluição ambiental, e promover penas mais severas para quem às negligenciar. Dessa maneira, buscando o equilíbrio ecológico do meio ambiente, respeitando a constituição de 1988.