Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 24/10/2021
Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história do Brasil: a Constituição Cidadã, cujo o conteúdo garante o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Entretanto, os impactos do lixo plástico na natureza impedem que os brasileiros usufruam desse direito constitucional. Com efeito, a desconstrução do consumo inconsciente do material, bem com da negligência do descarte, são iniciativas capazes de fazer com que o problema seja tratado com devida importância.
Em primeira instância, o consumo desenfreado do lixo plástico fomenta consequências. A esse respeito, a “Bars Over Bottles” - empresa brasileira de cosméticos - repensa toda cadeia de consumo, sendo inspirada em uma vida ambientalmente correta, substituíndo embalagens plásticas por de papel. Todavia, susbtancial parcela da sociedade é incapaz de perceber a relevância da mudança proposta pela “B.O.B”, o que representa grave problema ecológico e perpetua a má utilização desse matérial alertada pela instiuição. Assim, enquanto a indiferença for a regra, a aquição com cautela será a exceção.
Ademais, a displicência do descarte representa um obstáculo para a repercussão do dejeto plástico no ecossistema. Sob essa égide, Peter Thompson - presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas - relata que existe uma previsão que, em 2050, haverá tanto plástico quanto peixe nos oceanos. Ocorre que o mundo subverte a criação do polímero: em vez de utiliza-lo modificando a antiga prática de materiais de origem animal, como o marfim do elefante, o indivíduo promove poluição e morte de diversas espécies, por meio de despojo indevíduo na rica natureza, ainda existente, do planeta Terra. Dessa maneira, não é razoável que o papel original do plástico seja também subvertido no Brasil, confirmando asism a antecipação de Thompson.
Ante o exposto, portanto, diante dos efeitos supramencionados, é necessário a ação conjunta do Estado com a sociedade para ameniza-los. Nesse viés, é preciso que o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a mídia, incentive a diminuição do uso do plástico no cotidiano, por meio de campanhas nas redes sociais em que, influenciadores digitais convidados, propaguem a “#nãoaoplastico” que levará os usuários a se questionarem sobre a real necessidade de consumir produtos com esse material e a forma correta de descarta-los sem prejudicar o meio em que se vivem. Dessa maneira, a nação poderá, de fato, usufruir um oceano com mais peixes do que plástico, como deveria ser em 2050.