Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 29/10/2021
No documentário ‘‘Plastic Paradise’’ é retratado um cenário contemporâneo em que atribui-se ao plástico como o maior vilão ambiental. Análago à trama, no que se diz respeito aos impactos do polímero sob o ecossistema, a ampliação de políticas sustentáveis é positiva e precisa ser incentivada. Dessa maneira, é evidente que o descarte irregular por parte da população, somado aos efeitos de seu acúmulo, maximizam o desafio ambiental.
Em primeiro lugar, analisa-se que a Revolução Industrial rompeu e acrescentou reflexos no meio ambiente por meio da relação entre o homem e a natureza. Segundo dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma incorreta. Logo, é incontestável que o material, de difícil compactação, lançado de modo indevido contribui para o entupimento de valas e bueiros, gerando enchentes e, consequentemente, a desabrigação de pessoas.
Outro aspecto a ser abordado é a concentração de lixo encontrada nos oceanos e em suas faixas costeiras, que anualmente ultrapassa 8 milhões de toneladas. Esse problema é retratado na obra ‘‘Um Oceano de Plástico’’ em que o foco é a destruição atualmente causada no ambiente marinho. Isso acontece pois, segundo o estudo publicado pela Current Biology, o material sob ação dos fatores oceânicos fragmenta-se, tornando-se aparentemente comestível aos animais. Infelizmente, o produto desse fenômeno é o falecimento e posteriormente potencialização da extinção dessas espécies.
Depreende-se portanto, a ausência de amparo governamental suficientemente efetivo para a neutralização dos impactos do plástico na natureza. Nessa lógica, o Ministério da Educação deve implementar a educação sustentável nas escolas, por meio de gincanas educativas ministradas por biólogos, a fim de garantir a compreensão acerca da reciclagem. Ademais cabe ao Governo Federal, ampliar integralmente em todos os estados, a lei que veda o fornecimento de canudos não biodegradáveis. Assim, a sociedade poderá desfrutar de um meio impoluto.