Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 06/11/2021

De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, todos têm direito a um ecossistema ecologicamente equilibrado. No entanto, esse príncipio não esta sendo cumprido em sua totalidade, haja vista que o lixo tem sido um desafio ambiental para a população. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se importantes: a falta de fiscalização do estado, bem como o incentivo ao consumismo. Desse modo, medidas são necessárias, com vistas a mitigar essa problemática.

Primeiramente, conforme o filósofo Jean Jacques Rousseau, na ineficácia do Estado, este ( dotado de poderes pelo povo ) deve resolver todas as questões públicas, como a ineficiência da fiscalização. Nessa conjuntura, o descarte sem o uso da reciclagem contribui com o aumento da poluição, que prejudica o meio ambiente e fontes hídricas, como consequência ocorre a bioacumulção desses polímeros na natureza e no organismo de animais, podendo ocasionar a morte por contaminação ou asfixia. Dessa forma, ações são necessárias para reverter esse cenário.

Em segundo plano, consoante o filosófo John Locke, para alcançar o sucesso a sociedade deve corroborar com o Estado. Nessa perspectiva, com a influência do modelo capitalista, este fomenta cada vez mais o consumo exarcebado e inconsciente de produtos, o uso do plástico está cada vez mais presente derivados do petróleo, favorecem o efeito estufa com a emissão de gases e esgotamento de matérias primas finitas. Dessa maneira, é impresncíndivel impedir o desdobramento desse problema.

Portanto, o Estado - como instância máxima da administração nacional- deve promover uma fiscalização adequeada do descarte do lixo, por intermédio de leis eficázes e palestras para conscientizar a população, com a finalidade de manter o meio ambiente em harmonia, garantindo a reciclagem e reutilização desses polímeros, assim como a propagação de ideias do consumo consciente.