Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 24/02/2022

Atualmente, pouco se sabe sobre a origem dos plásticos que boiam nos oceanos, o descarte dos mesmos envolve empresas de grande influência na sociedade. De súbito, pouco se fez até agora a fim de parar com o errôneo descarte. “A poluição, a ganância e a estupidez são as maiores ameaças ao planeta” Stephen Hawking.

Primeiramente, segundo o documentário “Seaspiracy”, a maior parte dos resíduos de plásticos descartados nos oceanos são provenientes da indústria pesqueira, se comparados aos resíduos do dia a dia são não só muito mais poluentes, como também mais numerosos. Isto posto, vale ressaltar as consequências resultantes da irracionalidade humana, tais como: perda de espécies da fauna; entopimento de boeiros, gerando enchentes; contaminação de rios e mares, sendo prejudicial principalmente à população ribeirinha, que convive diariamente com a precariedade de saneamento básico.

Surpreendentemente, pouco se fez para barrar o descarte desenfreado e, muitas vezes, não fiscalizado. Medidas como: uso de canudos, talheres e copos ecológicos se tornam quase ineficazes se comparadas aos rejeitos liberados pelas grandes indústrias, contudo, tais medidas ainda assim se tornam importantes.

Em síntese, através dos fatos mencionados, se faz de extrema importância um posicionamento preciso das políticas públicas acerca do cumprimento do artigo 225 da Constituição Federal Brasileira que prevê o direito a um ambiente ecologicamente equilibrado; coibindo, assim, ações como as da empresa japonesa Mitsubishi, a qual apoia a pesca de atum rabilho, gerando incentivo à produção de plástico. Ademais, a substituição do plástico por outras matérias- primas, tais como: bambu e inox, que podem ser utilizados mais de uma vez, também são possíveis alternativas. Segundo pesquisas da ONU, em 2050 haverá mais plásticos no mar do que peixes, colocando a espécie humana igualmente em extinção, assim como afirma Demócrito “O animal é tão ou mais sábio do que o homem: conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora”.