Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 05/09/2019

A adoção no Brasil é uma medida preventiva a criança e o adolescente, de acordo com a constituição de 1988. Com isso, a adoção prioriza o bem-estar do adotando. Entretanto, existem empecilhos para que essa adoção seja feita, bem como o processo jurídico lento, outro fator que contribui para isso é a busca por padrões, por parte do adotante. Assim sendo, são necessárias intervenções para resolver a questão.

Em primeiro lugar, para que possa acontecer uma adoção é feito por meio de uma inscrição. Desse modo, que pode levar anos para que o pedido seja aceito pelo  Conselho Nacional de Adoção (CNA). Logo, administrada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que verifica todos os requisitos do adotante, como preciso ser 16 anos mais velho que o adotando. Assim, se certifica do destino da criança ou adolescente seja de bem-estar. Dessa maneira, ocorre a demora devido todo esse processo. Ademais, ainda possa acontecer uma incompatibilidade, quando  a adoção não seja possível.

Outrossim, o adotante busca por uma semelhança na aparência. No entanto, algumas famílias deixam de forma explícita o preconceito devido a raça e idade, por não atender os padrões desejados, pois buscam por crianças brancas, sendo elas menores de 5 anos. Dessa maneira, as crianças ficam nos lares adotivos por mais tempo e quando chega a fase adulta, a partir dos 18 anos, se torna seu próprio responsável. Por conseguinte, o processo de adoção fica  cada vez mais ausente, pela quebra de expectativa, devido a essa busca de perfil.

Portanto, cabe ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), administrar de forma direta em todo o processo, contando com ajuda de pessoas para auxiliar. Dessa forma, avalia de forma rápida e precisa a questão da adoção. Afim de estar mais próximo do adotante de primeiro instante. Assim, se assegurar que a  criança e o adolescente não sofra preconceito e a adoção ser mais ágil. Sendo assim, são os primeiros caminhos para amenizar a questão.