Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 18/09/2019

Adotar um filho é ter que cuidar, concede-lhe direitos, ama-lo e aceitar ele(a) como é. Entretanto, no Brasil, para muitos casais que querem adotar, procuram por perfis específicos, e há também o preconceito na fila de adoção. Dessa forma, medidas devem se estabelecer para solucionar tal entrave.

No Brasil, existe uma grande quantidade de adotantes, porém, pelo fato de estarem a procura de perfis específicos, torna a surgir uma incompatibilidade. Isto é, buscam uma faixa etária de até 3 anos de idade, brancos, de preferência que sejam meninas e com ausência de doenças. De acordo com o CNA(Cadastro Nacional de Adoção), têm mais pessoas que querem acatar, do que crianças para serem adotadas. Com isso, a realidade nos abrigos são muito diferentes.

Vale ressaltar, que o preconceito na fila de adoção está cada vez mais exacerbado, de modo que, casais homoafetivos e pessoas solteiras ou noivas, não podem ser adotantes. Pois, ainda tem um grande prejulgamento em relação a isso, também, por serem considerados monoparental. Segundo o CNJ(Conselho Nacional de Justiça), a decisão final vem do juiz, que pode carregar todos os preconceitos culturais estabelecidos de um povo, em outras palavras, um homem ou mulher, solteiro(a), enfrentaria bastante dificuldade, por outra forma, não conseguiria adotar.

Portanto, é indubitável, que o Concelho Nacional de Justiça(CNJ), deve administrar de forma direta em todo o processo, contando com auxilio de pessoas capacitadas. Além disso, que as famílias não sejam tão rígidas ao escolherem uma criança, em relação a cor, idade e gênero. Desse modo, avalia de forma rápida e precisa a questão da adoção no Brasil.  Assim, assegura-se que a criança e o adolescente não sofra preconceito e a adoção seja mais ágil. Destarte, são os primeiros meios para amenizar-se a problemática.