Impasses no processo de adoção no Brasil
Enviada em 01/09/2019
Vigente de aspectos que mudaram a monotonia das pessoas, adotar deixou de ser apenas uma escolha. Porém, mesmo com a obtenção da mesma, a burocracia por trás do processo de adoção de uma criança se tornou um ponto inexistente?
Nem sempre a adoção foi um tema recorrente na sociedade. Todavia, certos conceitos que reformularam a estrutura familiar, ou seja, deixando de lado aquela ideia tradicionalista de “papai e mamãe”, sendo assim, dando espaço para casais homoafetivos e as pessoas que não optaram pelo matrimônio, que são a maior parcela das pessoas que optam pela adoção. No entanto, mesmo com essas transformações e avanços, adotar ainda continua sendo um procedimento lento e demorado, seja pelo fato de que casais, que optam pela adoção, têm uma lista complexa dos aspectos fisiológicos que a criança deve ter (cor, gênero, idade, etc.), deixando quase nula as possibilidades de que adolescentes, crianças que ainda tenham algum vínculo familiar, crianças negras e ate aquelas vindas de diferentes etnias, sejam adotadas. Quanto pelo processo que são submetidos os casais, as crianças e adolescentes, que de ante mão, precisam estar cadastrados no conselho nacional de adoção (CNA), que se torna o órgão mais burocrático presente em todo o processo de adoção.
Desta maneira a importância da existência de políticas publicas com o objeto de minimizar o processo burocrático por trás da adoção, juntamente com a criação de campanhas que instigam que não apenas crianças, mas também adolescentes sejam adotados, fazendo com que cada vez mais famílias sejam criadas, e crianças e jovens ganhem um novo lar.