Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 02/09/2019

No filme Um sonho Possível, baseado em em fatos reais nos Estados Unidos, conta a história de um jovem afrodescendente que vivia o drama  do  abondono da mãe, viciada em drogas. Contudo, sua vida muda quando ele é acolhido por uma  família de classe alta, comovida pela sua história de vida. No intanto, nem todos desprovidos de pai e mãe têm o mesmo destino, justamente por conta do preconceito, que na maioria das vezes, é maior que o desejo da adoção. Sob esse viés, faz-se necessária analizar tal situação para resolver a problemática.

Embora, haja um número maior de indivíduos que desejam a adoção do que pessoas à serem adotadas, os abrigos continuam crescendo. Segundo o Conselho Nacional da Justiça (CNJ), são mais de 33 mil famílias cadastradas na fila de adoção para apenas 5 mil crianças e adolescentes.    Primeiramente, cabe pontuar que, a principal causa para esse problema, são as exigências feita pelos que estão à procura do ´´filho ideal´´. Como exemplos, as principais condições impostas são: crianças recém-nascidas ou até 5 anos de idade, pessoas saudáveis e de preferência, com a pele clara e sem irmãos.

Todavia, no Brasil, esta não é a realidade dos orfanatos, é o que aponta pesquisas do CNJ, no qual revela que de cada cem crianças, noventa delas têm mais de seis anos de idade e que apenas cinco em cada cem pessoas, aceitam para a adoção. Consequentemente, enquanto famílias perdem  tempo na procura de um filho perfeito, crianças e adolescentes sofrem na  espera de alguém que os aceitem como de fato são.

Em suma, é necessário que toda a população fique ciente do discaso da adoção no Brasil e que o preconceito ainda é algo que assola o bom funcionamento da civilização. E para isso, é preciso que o Ministério dos Direitos Humanos com o paio da Mídia elabore campanhas publicitárias e divulguem nas redes sociais e de tvs como também cartazes e revistas, a fim de incentivar as pessoas a dotarem os que precisam de um novo lar  sem distincão, mas sim, como amor.