Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 02/09/2019

No ‘‘Mundos Paralelos’’ do Físico teórico e Professor Michio Kaku, é retratado o caminho da física tradicional em busca de teorias aplicáveis para o avanço humano.Fora de ficção,é fato que a proposta apresentada por Michio Kaku pode ser aplicada nesse  empecilho de adoção no Brasil :Gradativamente , falta de oportunidades para crianças dos lares adotivos e dificuldades no processo de adoção crescem desenfreadamente.

Em primeiro lugar,oportunidades para determinadas crianças em lares adotivos não são idênticas,um exemplo disso é a pesquisa realizada  pelo Cadastro Nacional de Adoção e publicado no site ‘‘senado.gov.br’’  o fato de que futuras famílias só aceitam aproximadamente até os 8 anos de idade da criança, enquanto os que já se encontram na fase de adolescência ficam nos lares e raramente são adotados, a consequência disso é pelo fato que enumeras famílias geralmente querem crianças novas e deixando de lado os mais velhos.

Segundo o compositor alemão Ludwig van Beethoven, milhares de pessoas cultivam a música; poucas porém têm a revelação dessa grande arte,ou seja ,milhares de famílias realmente querem adotar   e descobrir essa arte de ter um filho,todavia, as dificuldades no processo de adoção gera um grande impedimento.Por conseguinte,somente as crianças denominadas ‘’lindas’’ são escolhidas,por isso o processo de adoção é demorado, várias pessoas querendo o mesmo tipo de criança.

Em síntese, é mister que o país tome providências para melhorar o impasse atual.O governo junto a sociedade de psicólogos do Brasil criar um projeto por meio de verbas governamentais com o efeito de ‘‘abrir’’ a mente das famílias na hora da adoção.O projeto será um psicólogo acompanhará a criança ou adolescente escolhida pelo lar adotivo e ser levada até a família que colocou o nome na lista de espera, o psicólogo irá conversar e observar durante uma semana, com isso, a família realmente abrindo os olhos para novas possibilidades de adoção, uma verdadeira ‘‘arte’’ abrir os olhos das famílias e mostrar diversas ‘‘sinfonias’’.