Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 27/04/2020

Na Roma antiga, o processo adotivo adotivo dava-se somente aos 60 anos de idade. Hodiernamente,um fenômeno contrário é evidente: " adolescentes a partir dos 18 anos podem ingressar na fila de adoção". No entanto, muitos jovens e crianças permanecem nos orfanatos devido a falta de conhecimento da população a cerca do processo de adoção e do excesso burocracia na legislação brasileira. É relevante abordar,primeiramente,que o processo adotivo no Brasil ainda é " desconhecido", uma vez que há a falta de estímulo,principalmente,nos meios de comunicação,onde as pessoas do século XXI estão absurdamente conectadas ao meio tecnológico .

Ademais,de acordo com o Jornal Nacional,mais de 40 mil crianças vivem em abrigos,esse número expressivo na " maioria das vezes" indica " alienação" por parte das famílias brasileiras.

Deve-se abordar ainda,que o excesso de burocracia por parte do aparato estatal brasileiro constrói “barreiras” no andamento do processo adotivo, visto que não há leis que regulamentem a adoção, concomitantemente não há fiscalizações devidamente necessárias para o processo ir a diante.

Em consequência disso, ao completar 18 anos os jovens " não adotados"são retirados do orfanato e deixados á margem da sociedade, sem estrutura ou base familiar que os oriente em uma sociedade marginalizada.

Diante dos argumentos supracitados, torna-se imprescindível o esforço coletivo. O governo deve sancionar leis de fiscalização juntamente com órgãos municipais e estaduais no intuito de facilitar e fiscalizar o processo adotivo, através de documentos que regulamentem o processo. Além do mais, o governo através da mídia, devem criar campanhas que estimulem a entrada na fila de adoção. Afinal, crianças e adolescentes precisam e merecem de estrutura e apoio familiar .