Impasses no processo de adoção no Brasil
Enviada em 13/06/2020
Segundo o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente) no artigo 19°, “diz que toda criança ou adolescente tem o direito de ser criado por uma família”. No entanto, quanto se observa a enorme fila de criança para adoção e de pessoas para adota um filho, percebe que há um grande impasse responsável por essa situação, seja por perfis impostos pela a população ou a burocracia entorno desse processo, fazendo muitas crianças brasileiras crescerem sem um lar.
Sob uma primeira análise, no seriado “Anne With an E”, mostra o drama sofrido por uma garota que foi enviada por engano para um casal de irmãos, e que sofre bastante por não ser a pessoa esperada por eles. Em paralelo a isso, a grande exigência feita por adultos que estão na fila para adoção de uma criança se tornou uma barreira para esse processo, que em grade parte busca por criança branca, sem irmãos e menor que quatro anos, sabendo que essa realidade esta longe da grande parte dos órfãos, refletindo que no Brasil 88% as procuras são adoção são de crianças brancas dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Nesse contexto, de acordo com um dos maiores físicos da história, Isaac Newton, “toda ação tem reação de mesmo tamanho e intensidade”, De maneira análoga, a forte burocratização sobre o processo de adoção tem feito muitas pessoas desistirem ou passa muitos anos até consegui entra na fila de espera, demora essa que aumenta ainda mais quando o processo e com pessoas homossexuais, sabendo que no Brasil existem 47 mil crianças em situação de acolhimento levantamento feito pelo CNJ.
Portanto, é mister que o Estando tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe ao ministério da família, mulher e direitos humanos desenvolver um trabalho psicológico através de secções antes e depois, com as pessoas que pretende adotar um filho, mostrando que crianças fora dos patrões impostos podem retribui o amor familiar. Além disso, o ministério da justiça e segurança pública de reformula através de projeto de lei um novo caminho mais rápido para o processo de acolhimento de um órfão, incluindo as minorias e estabelecendo segurança as crianças. Assim Brasil estaria aliando ao artigo 19° do ECA.