Impasses no processo de adoção no Brasil
Enviada em 24/07/2020
A constituição brasileira de 1988 assegura diversos direitos fundamentais a crianças e adolescentes, entre eles: educação, saúde e família. Entretanto, atualmente milhares de jovens vivem em orfanatos e filas de esperas, levantando questões sobre idealização dos filhos e burocratização do sistema de perfilhação.
Assim como o sistema de seleção natural de Darwin, a escolha de uma criança para a adoção é muito exigente, ressaltando a visão utópica e idealizada das famílias sobre os menores. Segundo dados do G1, atualmente existem 48 mil crianças castradas no Eca, todavia apenas 7% se enquadram nos perfis pressupostos. Por consequente, este indicie revela a exigência dos pais na escolha do filho, as principais características são: pele clara, sem irmãos, saudável e faixa etária entre 0 e 7 anos. Deste modo, cria-se uma seleção preconceituosa sobre os indivíduos.
Ademais, a questão burocrática é muito intensa no país. Devido a uma carência de investimentos do Estado, aliado a uma má politica administrativa, constrói- se mais um obstáculo na perfilhação. Atualmente, o tempo médio de espera para afiliar uma criança é de 3,5 anos, podendo ser maior ou menor e requirindo, hoje, a abertura de vários processos. Deste modo, é evidente a necessidade de alterações e reformas no sistema de adoção no Brasil, afim de reduzir o tempo de espera.
Devido a estes fatos, medidas são necessárias para revolver o impasse. Urge que o Ministério da Educação, por meio de uma aliança a mídia, faça campanhas públicitarias sobre a importancia de respeitar a alteridade e as diferencias, afim de suprimir a visão idealizada e preconceituosa da maioria dos pais. Ademais, o Poder Legislativo deverá ser mais ágil na apuracão dos documentos judiciais, por meio da contratação de profissionais adequados na área administrativa, e possuindo o objetivo de acelerar o processo adotivo e diminuir o tempo de espera nas filas de adoção. Somente com tais medidas será alcançado o objetivo.
, expecialmete quando se tenge o tabu social sobre a possicbilidade de adocao por um casal de homoafetivos. Não obastante o preconceito que esta minoria social é vitima, este grupo ainda enfrenta