Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 20/11/2020

Historicamente existe um preconceito muito forte sobre a adoção. O principal é a chamada “padronização” que é a preferência enorme que as pessoas tem para com as crianças brancas, loiras e de olhos claros e recem nascido.

Até 1990, existiam no Brasil as instituições chamadas reformatório, que era caracterizado pelo acolhimento de crianças em estadia permanente até os 18 anos. Entretanto, elas eram completamente isoladas da cidade e consequentemente do convívio social com a comunidade. Esses reformatórios tinham médicos e funcionários para ensinar e até punir os desvios das crianças.

Graças a causa LGBTQ+, ajudou consideravelmente a crescer o número de adoções, porque muitos casais buscam realmente formar uma família e que não medem esforços para adotar uma criança.

Levando em conta que as crianças negras são pouco adotadas, pode se ter uma ideia de que existe um tipo de racismo por trás. O número de crianças negras adotadas é muito baixo porque de 100%, só 10% são adotadas e as outras acabam ficando nos orfanatos até completarem a maior idade sem nunca terem tido uma família.

O ECA deveria trabalhar em dar uma estrutura melhor para aquelas crianças que infelizmente não são adotadas e a população deveria ser conscientizada através de campanhas e propagandas principalmente nos canais abertos de televisão para mostrar a importância emocional  para a vida de uma criança se sentir acolhida e amada por meio da adoção.