Impasses no processo de adoção no Brasil

Enviada em 16/09/2022

O ato de adotar uma criança ou jovem envolve a criação de vínculos responsáveis, sociais e afetivos entre as partes e representa uma nova perspectiva de vida para o adotado. No Brasil, porém, há muitos impasses na implementação desse processo, dos quais destacamos a excessiva padronização buscada pelos pais e os preconceitos sociais existentes nas escolas, comunidades e universidades.

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção, o número de pessoas interessadas em adoção é 12 vezes o número de crianças existentes. Portanto, diferenças consideráveis ​​entre os números relatados podem ser claramente observadas devido a uma busca excessiva pelo fenótipo específico exigido pelos pais. A conexão emocional deve ser uma prioridade para adoção, mas substituída por preconceito, padronização e aceitação social.

Além disso, considerando que os adolescentes adotados são mais proeminentes, eles sofrem um alto índice de agressão psicológica. Preconceitos enraizados nas escolas e universidades são expostos, causando danos irreparáveis ​​à formação da personalidade do indivíduo e impactando diretamente no processo de adoção.

Em conclusão, fica claro que o impasse nas adoções brasileiras decorre essencialmente do preconceito social. Cabe, portanto, ao MEC combater o preconceito e a mentalidade discriminatória contra as diferenças percebidas por meio de palestras e demonstrações práticas na comunidade e nos centros de ensino, e assim garantir uma sociedade mais harmoniosa, pautada pelo sentimento, não pela aceitação. público. As reflexões sobre a adoção serão imediatas, já que os mais diversos fenótipos encontrarão um lar que possam chamar de seu.