Impunidade no Brasil (Tema adaptado: UNIFENAS - 2012)
Enviada em 16/07/2021
Segundo o escritor francês Victor Hugo: “A primeira igualdade é a justiça”. Desse modo, no Brasil, a presença da impunidade configura-se como um ato de injustiça contra a sociedade e, portanto, séria desigualdade que flagela a nação. Assim, a falta de conhecimento atrelada a fragilidade do sistema jurídico brasileiro contribuem não só para a continuidade dessa mazela, mas também para o seu agravamento.
Isto posto, para o pensador Immanuel kant: " O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele". À vista disso, a persistência de um sistema educacional frágil e desigual ,conforme as classes socioeconômicas, dá espaço para a propagação de problemáticas enraizadas na ignorância. Logo, a continuidade da impenitência de diversos indivíduos pelo mau uso do conhecimento, sobrepondo-se ideologicamente sobre outros de ideais mal alicerçados, permite muitas vezes a continuidade dessa adversidade em pequenos e grandes atos.
Ademais, conforme o portal de notícias G1: “Fragilidade na investigação e na punição do homicida provoca multiplicação de assassinatos”, Sendo assim, o falta de repressão e correção à criminalidade demonstra para os indivíduos que preço da culpa e da má índole é a liberdade. Destarte, embora a sociedade clame por mudanças e justiça, o sistema judicial permanece falho e beneficente à aqueles que infligem a lei. Consequentemente, isso pode gerar um efeito bola de neve, pois quanto mais tempo tarda a solução dessa adversidade mais ela cresce tornando cada vez mais difícil sua superação.
Portanto, para acabar com essa chaga social, é fundamental que o Governo, especificamente os Ministérios da Educação e da Justiça, reformem o sistema educacional e judiciário do Brasil. Então, isso deve ocorrer por meio da estruturação da educação (especialização dos funcionários, construção e reforma das unidades de ensino) coerente as necessidades dos brasileiros mais a reformulação da legislação (criação de normas mais incisavas e remoção de brechas jurídicas). A fim de que assim o país possa ter acesso a primeira igualdade dita por Victor Hugo e seus cidadãos vivam com a certeza de que pertencem a uma nação justa.