Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 14/10/2020

Durante a Segunda Guerra Mundial, o matemático Allan Turing criou diversas inovações na computação e graças a ele ocorreu o desenvolvimento de tantas tecnologias digitais. Analogamente, o uso destas é constante pela sociedade brasileira atual, cada vez mais conectada e informada. No entanto, restrições ao seu acesso dificultam a inclusão digital de muitas pessoas, isso acarreta consequências para a formação de uma sociedade coesa.

Nesse sentido, o conceito de Solidariedade Orgânica criado pelo sociólogo Émile Durkheim, fala que a sociedade funciona mediante a integração dos indivíduos assim como um corpo humano. No entanto, a segregação digital de muitos ainda persiste, seja por falta de acesso a meios tecnológicos, ou por falta de instrução de seu uso. Desse modo a exclusão dificulta uma maior relação entre os indivíduos conectados e não conectados.

Ademais, segundo o filosofo Pierre Lévy, vivemos em uma sociedade hiperconectada, as informações mais importantes do nosso cotidiano estão na internet. Ou seja, não pertencer a esse meio prejudica a inclusão social, desenvolvimento, comunicação e informação das pessoas. Isso dificulta o desenvolvimento e progresso da nação.

Por conseguinte, medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, o  Ministério da Ciência, Tecnologia, e Inovação deve criar “Polos Digitais” nas principais praças públicas do País com computadores e redes de wi-fi gratuitas para a comunidade fazer uso. Além disso, os polos serão supervisionados por profissionais em informática para orientar o uso dos equipamentos aos que necessitarem.  Dessa forma, o acesso a tecnologias digitais ampliado, a meta de inclusão digital da população brasileira será alcançada.