Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo
Enviada em 29/07/2020
O filme “A Rede Social”, descreve como foi a história do “Facebook”, desde seu surgimento e propagação mundial, retratando parte da vida de Mark Zuckerberg, seu principal fundador. Para o surgimento desse aplicativo, Zuckerberg teve acesso a uma boa inclusão digital, proporcionando seus conhecimentos e aplicações nas linhas de código. Fora das telas, diversas pessoas no mundo inteiro são privadas do acesso à essa tecnologia, à medida que quase metade dos brasileiros não usufruem desse direito. Evidentemente, esse problema é causado por diversos motivos, tais como a exclusão instrumental, financeira, infraestrutural, etc.
De acordo com a ONU, o acesso a internet se tornou um direito universal do século XXI, porém grande parte da população não tem a disponibilidade do mesmo. De conformidade com isso, é possível destacar a exclusão instrumental juntamente com a exclusão financeira, impedindo a obtenção dos aparelhos necessários para o uso da internet, como: computadores, celulares, televisões, etc. Sem estes aparelhos, impossibilitando esse direito, outrossim é a exclusão infraestrutural, que não fornece redes de internet em lugares periféricos aos centros urbanos.
Ao passo que a internet evolui, possibilitando a comunicação imediata, milhares de alunos e professores se conectam pelo mundo todo, porém alguns indivíduos sofrem pela falta de inclusão social. Exemplificando, de acordo com o economista Marcelo Neri, a cidade do Brasil com menor índice ITAC, é Fernando Falcão no Maranhão revelando um um descaso governamental, que impossibilita a rede de ensino funcionar pelo meio virtual
Em síntese, para que as pessoas sejam incluídas socialmente, é necessário investimentos vindo do governo federal e estadual, juntamente com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, com a finalidade da melhoria infraestrutural das redes de internet e equipamentos para as escolas públicas, a fim de inserir estudantes e professores nos avanços tecnológicos mundias. Empresas privadas do ramo podem criar iniciativas sem fins lucrativos, distribuindo informações de como usar e se relacionar com os equipamentos que dão acesso ao direito da internet. Assim sendo, milhões de novas pessoas seriam incluídas socialmente no meio virtual.