Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 05/08/2020

É um fato que a internet vem se tornando cada vez mais importante em nosso cotidiano. Tendo isso como base é essencial o conhecimento das “TICs” (Tecnologias da informação e comunicação) ,segundo o instituto SENAI a mesma pode ser definida como “todo e qualquer tipo de tecnologia que trate informação e auxilie na comunicação, podendo ser na forma de hardware, software, rede ou telemóveis em geral”. Desde que sabe-se do conhecimento das “TICs” o conceito de exclusão digital se abrange, podendo ser ramificado em exclusão instrumental, infraestrutural, financeira, cognitiva, linguística ou institucional. Uma vez que a falta de inclusão digital é um problema social no Brasil, a tribulação acaba por dificultar o acesso de muitos indivíduos à aprendizagem nas partes periféricas.

Visto que a ONU afirmou em 2014 que a inclusão digital é um direito humano do século vinte e um é de extrema importância que o Brasil se mobilize perante a isso, uma vez que até 2018 um a cada quatro brasileiros não tinham acesso à rede de internet em sua casa (dados retirados do IBGE). Portanto isso acaba se tornando um problema social, envolvendo em maior parte a realidade das periferias, que muitas vezes acabam por não terem esse direito.

Além disso, o momento pandêmico no qual o mundo se encontra exige cada vez mais do acesso à rede, visto que o isolamento social não permite o ensino presencial, sendo então um problema para os moradores das partes mais afastadas da cidade, pois acabam por não ter uma qualidade de rede adequada.

Primeiramente seria de extrema importância que o governo realizasse projetos comunitários com finalidade de instruir a população sobre o uso da tecnologia. Assim como levar a inclusão digital para as partes periféricas, uma boa solução seria a PLC (Power Line Communication) que levaria a rede de internet para as residências por meio das linhas de energia, podendo assim “toda” a população ter uma internet com baixo custo.