Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 04/08/2020

“WiFi Ralph: Quebrando a Internet” é um filme que tem como temática a internet e seus caminhos. Em uma de suas cenas, é notório a presença do meio virtual para todos os cidadãos. Fora da ficção, o enredo do filme não é uma realidade, tendo em vista que a inclusão digital ainda é uma meta a ser atingida. Por conta disso, é viável debater acerca da falta de assistência governamental e da ineficiência de políticas públicas.

Em primeira análise, o Poder Público é o principal agente em defesa da sociedade. Sob essa ótica, o Senado Notícias divulgou que a introdução da internet pode ser incluída como um direito fundamental na Constituição Federal. Em seguida, isso demonstra a escassez do auxílio público que não direciona o meio tecnológico para toda extensão territorial brasileira com investimentos necessários para a ampliação dos instrumentos e dos serviços digitais.

Outrossim, o conjunto de ações e programas para a garantia dos direitos sociais é um setor que ajuda na contenção da problemática. De acordo com a Revista Veja, o Brasil está na posição 72º no quesito inclusão digital. Ou seja, a ineficiência de programas para a diminuição da exclusão digital ainda é suprema e necessita de medidas de desenvolvimento para abarcar todos os nacionais, aumentar a posição no ranking mundial e alcançar a meta no Brasil contemporâneo.

Portanto, medidas são necessárias para mitigar o imbróglio. Para tanto, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Economia, deve ampliar o Bolsa Família, principal meio de combate à desigualdade no Brasil, por meio de investimentos pertinentes aos equipamentos e serviços tecnocientíficos, a fim de suprir com a falta de auxílio político. Ademais, o Ministério da Ciência, em parceria com as Secretarias Municipais de Desenvolvimento, ainda pode promover debates e projetos de ciência, a modo de conversação entre profissionais e leigos, com a finalidade de elevar as ações públicas. Dessa forma, o enredo do filme se tornará realidade.