Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 04/08/2020

Devido a diversas atividades movidas e desenvolvidas no meio virtual, a falta de democratização da internet tem se tornado uma realidade ainda mais concreta. Ainda por causa da pandemia do doença COVID-19, a sociedade tem-se demonstrado ainda mais dependente da digitalização.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a internet tem se estabelecido cada vez mais na vida cotidiana de muitos países, inclusive o Brasil. Apesar de começar como algo pequeno e desordenado, atualmente a internet se tornou uma das maiores fontes de informações e socialização. Além de também ter reinventado o conceito de trabalho com a possibilidade começar comércios sem rede fixa ou oferecer vagas de trabalho sem necessitar de contratos formais. Com isso o meio digital transforma a sociedade moderna e revoluciona-a. Entretanto, de acordo com os dados de 2017 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), pouco mais de 100 milhões de brasileiros possuem acesso a  internet, relativamente cerca de 50% da população.

Segundos dados de uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), pessoas com idade entre 9 e 17 anos apresentam desigualdades no acesso a rede digital por fatores socioeconômicos. No levantamento mais de 80% dos jovens pertencentes às classes A, B e C tem acesso a rede, em contrapartida com apenas 51% dos adolescentes da classe D e E. Esse fator unido a pandemia tem prejudicado a rede de ensino fundamental e média, pois escolas dependem do meio virtual para continuar as aulas.

Assim, na situação contemporânea o Ministério da Educação e o Ministério da Cidadania precisam distribuir computadores portáteis e internet aos necessitados para que o direito da educação continue sendo garantido. Outra maneira é disponibilizar sua rede de internet e algum aparelho que não esteja sendo utilizado para um vizinho ou pessoa próxima que necessite para dar continuidade aos estudos.