Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 06/01/2021

Cosoante a obra “utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discurtir sobre a inclusão digital, que evidência uma problemática para o acesso democrático da sociedade brasileira. Sendo, portanto, indispensável discurtir sobre a ineficácio ao acesso de ferramentas tecnológicas, bem como a exclusão cognitiva que impedem indivíduos a acessarem a internet.

Convém ressaltar, a princípio, que a dificuldade ao acesso de instrumentos tecnológicos agrava a situação da inclusão digital. À luz dessa questão, é coerente citar a Contituição Federal de 1988, o qual expõe que é direito de todos cidadãos a garantia do acesso a tecnologica e a redes de informação. Diante desse cenário apresentado, a realidade contemporânea apresenta-se distante ao que consta na Constituição, uma vez que, a falta de acesso a tecnologias de pessoas com baixa renda apresenta uma celeuma para a inclusão democrática em toda sociedade. Indubitavélmente, é impossível negar os impactos provocados pela falta de influsão digital, o qual fere seu direito como cidadão brasileira.

Outrossim, a ausência de meio educativos que facilitem o manuseio das tecnologias digitais contribui para impulsionar o problema em foco. Nesse sentido, de acordo com o pensador imannuel Kant, é no problema da educação que assenta-se o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade. Com esse exposto apresentado, vermos que essa exclusão no ensinamento de novas plataformas tecnologica evidencia um atraso nas relações pessoais, que contribui para exclusão ao acesso de informações prejudicando dessa forma, uma óbice no comprimento da inclusão digial. Apesar dessa trise realidade ser evidente no meio social brasileiro, tal cenário não pode persistir, pois talhe o convívio seguro e saudável, merecendo dessa forma, um olhar crítico de enfrentamento.

Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais para tal opróbio. Sabendo disso, urge que o Poder Executivo crie, por meio de verbas governamentais programas de bonificação de descontos para pessoas de baixar renda, com intuito que esse benefício contribua para a democratização ao acesso de aparelho tecnologicos, a fim que a desigualdade na inclusão digital não seja mais uma realidade brasileira. Cabe, também, ao Ministério da Educação (MEC) criar, por meio de agentes especialistas digital, mini cursos sobre como ter acessos as princípais plataformas digitais que ajudarão na sua rotina diária, com o propósito que pessoas que não tenham essa facilidade de acesso pelo dispositivo eletrônico, seja beneficiado com tal agente aducacional.