Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo
Enviada em 30/12/2020
Perante o ponto de vista do filósofo São Tomás de Aquino, os cidadãos de uma coletividade democrática possuem todos a mesma relevância, além dos mesmos direitos e deveres. Não obstante, nota-se que, no Brasil, a população que não tem acesso à internet compõem um povo demasiadamente desfavorecido no tocante ao processo de se coabitar em equipolência, visto que o país enfrenta uma série de incitações para atender essa demanda. Nessa situação, a ineficiência da inclusão digital é recorrente na sociedade brasileira, isto tem base em fatores governamentais e empresariais.
Inicialmente, a Constituição Federal de 1988, promulgada com base nos Direitos Humanos, prevê, como garanto fundamental, o direito à informação. Contudo, o próprio Poder Estatal, pela falta de políticas públicas, agride a legislação. Isso porque o Ministério da Tecnologia Inovação não investe na oferta de banda larga no interior do país e na periferia, infelizmente, sujeitando a comunidade, a desinformação e a um meio de lazer, quanto a educação a distância, tão importante na atualidade. Logo, percebe-se que essa negligência governamental representa uma das causas do problema.
Ressalta-se, ainda, que a busca desenfreada pelo lucro sobre os meios digitais é uma das causas do problema. De acordo com o pensamento marxista, privilegiar o bem pessoal em detrimento do geral promove inúmeros malefícios para a sociedade. Deste modo, a sociedade não proporciona um incentivo a inclusão digital em pequena cidades, colocam em risco o bom convívio social e contribuem para a persistência do problema, visto que tal povoados pelo país não são atrativos para as empresas instalar a rede, acabando isolados do resto do mundo. Assim sendo, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e combater os efeitos desse imbróglio.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a questão governamental e a empresarial, necessita-se, urgentemente, que o Estado direcione capital que, por Intermedio do Ministério da Tecnologia Inovação, será revertido na democratização da internet e na educação digital. A construção de um sistema de distribuição de conexão para todo o país, que será subsidiada para que todos tenham um acesso de boa qualidade e de um preço acessível, além disso as escolas, proporcionaram aulas de informática para que todos alunos e interessados da comunidade saiba manusear e se comportar em tal meio virtual. Desse modo, vão se atenuar, a médio e longo prazo, os impactos da a ineficiência da inclusão digital.