Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo
Enviada em 06/01/2021
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observsa o baixo índice de inclusão digital, no Brasil, hordienamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intimamente ligada à realidade do país, seja pelo pouco investimento em zonas periféricas, seja pelo analfabetismo na web.
É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo Aristóteles, a política deve ser utilizada de maneira que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível constatar que determinados locais possuem um precário acesso as redes que rompe essa harmônia, haja vista que pessoas de baixa renda não apresentam condições de arcar com os custos de uma internet, tornando-os excluídos socialmente, pois neste momento tudo é por meio da tecnologia.
Outrossim, destaca-se a falta de compreenção digital como impulsionador do impasse. De acordo com a ONU, o acesso a internet é um Direito Humano do século XXI. Essa concepção mostra o quanto precisa-se de uma sociedade evoluída digitalmente, tanto em saber compreender publicações, tanto para poder trabalhar com essa ferramenta tão importante.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Ao Estado juntamente com o Ministério da Ciência, Tecnologias e Inovações, cabe instituir projetos para pessoas com condições instáveis alcancem os bens físicos virtuais de maneira facilitada. A esses mesmos orgãos compete a formação do curso de informática na educação básica visando potencializar os meios de tecnologia atuais.