Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 13/01/2021

Após o fim da Guerra Fria,em 1990,  e o estabelecimento do capitalismo em praticamente todo o mundo,os países utilizam-se cada vez mais dos mecanismos tecnológicos para promoverem a comunicação e sua rede educativa de qualidade e,com efeito,notam-se o desenvolvimento populacional.No entanto,isso não é realidade para uma boa parcela da população brasileira,visto que a inobservância estatal frente à inclusão digital impulsiona uma segregação hodiernamente.Tendo isso em vista,deve-se entender melhor o contexto e resolver os problemas dessa ferramenta educativa.

Em primeiro plano, é importante ressaltar como o Governo e suas aplicações impulsionam de forma indireta na informatividade.Nesse caso, a Constituição Federal de 1988 garante a todos os indivíduos o direito à educação,segurança e ao bem-estar social.Contudo, devido aos escassos investimentos governamentais em infraestrutura,suporte técnico nas escolas e funcionários capacitados,medidas que tornariam mais acessíveis a inclusão digital, isso não é firmado.Logo,uma melhor administração por parte de algumas gestões é imprescindível para democratizar o acesso à tecnologia.

Outrossim,vale apontar as desigualdades existentes responsável por formar um “aphartheid” social" em relação aos grupos mais velhos.A esse respeito, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE),apenas 24,7% dos idosos têm acesso à internet no Brasil.Desse modo, percebe-se que os meios de comunicação se tornaram uma ferramenta segregacionista,visto que serviços,plataformas e redes sociais são acessíveis para pessoas com um certo grau de conhecimento.Portanto,somadas,tais medidas levam à alarmante conclusão de que,se nada for feito,o isolamento dos idosos pode-se tornar prejudicial ao corpo social como um todo.

Diante do exposto, é evidente a necessidade de investimentos para mitigar os problemas da inclusão digital.Para tanto,cabe ao Governo Federal investir na rede educacional, mediante a contratação de funcionários capacitados e infraestrutura nos centros de educação, para interpor toda a população nas ferramentais tecnológicas educativas.Ademais,convém à entidades governamentais formar parcerias com empresas privadas,criando programas assistenciais como canais de atendimento, projetos digitais e inclusivos, a fim de  diminuir a dependencia dos idosos em serviços do “INSS”, por exemplo, que geram demanda de internet,diminuindo com isso, a desigualdade formada.Dessa forma,será possível inserir toda a sociedade nos mecanismos tecnológicos do país e,somente assim, poder devolver o direito de educação,segurança e ao bem-estar que,de fato, integra todas as classes, bem como defendido pela Constituição de 1988.