Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 09/08/2021

No Brasil, grande parte da população está fora de ciberespaço, fato causado pela ineficiência do Estado em solucionar o problema, assim como pela escassez de incentivos econômicos no mercado de telecomunicações, que o torna inapto a alcançar todas as classificações sociais. Portanto, nenhuma nação deve deixar de lado tal inovação tecnológica, que é essencial para a inserção do indivíduo nos âmbitos sociais, acadêmicos e profissionais.

Com o objetivo de ajudar os excluídos digitais, o poder público atualmente conta com políticas sociais como o Projeto Cidadão Conectado que tem a finalidade fornecer subsídios para a compra de máquinas, assim como a instrução no uso da informática. Porém, a falta de infraestrutura e de um controle de qualidade eficiente, são atuais entraves para tais projetos, deixando a população carente à margem da rede cibernética.

Ademais, vale ressaltar que de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Software, o setor brasileiro de tecnologias da informação (TI) seja a 7 maior do mundo, ele possui um mercado restrito pelo excesso de burocracias, regulamentações e falta de investimentos, principalmente advindos do exterior. Destarte, sendo prejudicada a transferência de tecnologia internacional é gerada inflação nos preços finais dos produtos de informática, se torna ainda mais difícil o acesso dos pobres ao mundo digital.

Portanto, para resolver o impasse, o Estado deve intensificar os investimentos em escolas e centros públicos de informática, sobre tudo na infraestrutura e em cursos de capacitação de professores. Assim, como meio do Ministério da Fazenda, formular parcerias junto a indústria de TI, como objetivo de remover barreiras econômicas e fornecer subvenções para as empresas, causando uma deflação nos preços do setor. Desse modo, gerando custos eletrônicos mais acessíveis aos cidadãos menos favorecidos.