Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo
Enviada em 15/04/2023
A Constituição Federal de 1984, promulga a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Entretanto, essa lei apenas consiste no papel, indo em contramão a realidade brasileira, visto que, em concordância a essa utopia, a inclusão digital, até então é inexistente nacionalmente, sendo uma meta a ser concretizada atualmente. Formentado pela invisibilidade social, deixando no escuro diante a globalização.
Ademais, a população menos favorecida subsistem imperceptíveis, isolados da sociedade, sem algum amparo social. No qual não há nenhum auxílio governamental ou comunitário, já que essa população não sabem da existência da tecnologia e nem como se usar esses meios, e essa comunidade vem com o intuito deste publico de baixa renda a serem inclusos na sociedade com a tecnologia. Em analogia a isto, segundo Hannah Arendt, pluralismo político, defende a importância de existir igualdade política e liberdade, com tolerância e respeito às diferenças, visando a inclusão. No entanto, a pluralidade é inexistente, sobressaindo apenas o individualismo digital, em que todos que possuem condições conseguem ter computadores, celulares e internet, no qual há informações sobre o mundo e modos de protestar pelos direitos, apenas com um poste nas redes sociais, sendo facilmente publicados também pela sociedade.
Destarte, a invisibilidade social em consequência a inexistente inclusão digital, sendo necessária a inserção tecnológica vigente no Brasil. Ademais, é necessário que o Ministério da economia (ME), interligado com o MDS (Ministério da Cidadania) assegurem direitos a internet, como “Wi-fi” e a celulares, para pessoas menos favorecidas, contribuindo para a inclusão social e a inclusão a informações, estando inclusas no pluralismo politico. No entanto, é preciso também que os meios midiáticos, promulguem filmes e propagandas mostrando que existe uma parte da sociedade sem direitos, que precisam ser assistidas, não somente pelo governo, mas pela população, com auxílios, ajudando a andarem nas redes sociais. Desta forma, a Constituição Federal de 1984 sairá da utopia e se tornará realidade diante a sociedade, contribuindo para a inclusão de todos.