Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo
Enviada em 19/04/2025
No filme “O Dilema das Redes” retrata o impacto das redes sociais na sociedade moderna, destacando como o acessoa informação e á tecnologia pode ser tanto uma ferramenta de inclusão quanto de manipulação. Neste contexto, háuma problemática que precisa ser superada: A desigualdade de acesso a internet.
Em uma primeira análise, é de grande importância ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de infraestrutura de conectividade em áreas urbanas, periferias e para a população de baixa renda. Nesse sentido, milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à internet, de qualidade ou dispositivos adequados, essa exclusão digital dificulta o acesso a serviços essenciais como educação, saúde e o mercado de trabalho. essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis como a falta de inclusão digital, que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a escassez de programas de capacitação digital em escolas, centros comunitários e instituições públicas como impulsionador da desigualdade do acessoa internet e a falta de capacitação digital no Brasil. Diante de tal exposto, com dados do “IBGE”, milhões de brasileiros ainda vivem em regiões sem cobertura de internet adequada ou sem conhecimento sobre como utilizar essas ferramentas de forma produtiva e segura. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perduar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é essencial que o governo, por intermédio de investimentos em infraestrutura de conectividade, parcerias com empresas privadas para a distribuição de equipamentos tecnológicos e a implementação de programas de capacitação digital, a fim de evoluir a sociedade verde e amarela em um todo através da tecnologia. Assim, se consolidará uma sociedade mais efetiva e estruturada, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.