Inclusão digital: uma meta do Brasil contemporâneo

Enviada em 17/04/2025

Com a globalização, o uso de novas tecnologias se tornou constante na sociedade. Contudo, apesar da presença de eletrônicos na vida de muitos brasileiros, ainda há pessoas sem acesso a esses avanços. Geralmente em situação de vulnerabilidade social, essas pessoas vivem à margem da sociedade, enfrentando dificuldades tão grandes que, muitas vezes, não possuem nem os recursos básicos para uma vida digna, além de não terem conhecimento sobre essas inovações.

Em primeiro plano, Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que, em 2023, cerca de 5,9 milhões de domicílios no Brasil não tinham acesso à internet. Desses, 33,7% não podiam arcar com os custos e 33,2% não sabiam usar os aparelhos. Esse cenário evidencia não apenas a desigualdade social presente no país, mas também a ausência de políticas públicas que promovam a inclusão digital. A falta de investimento governamental em programas de capacitação tecnológica e em infraestrutura adequada, especialmente nas regiões mais periféricas, contribui diretamente para o prolongamento da exclusão social.

Em segundo plano, de acordo com o político Thomas Jefferson, “a informação é a moeda da democracia”. Isso mostra que o acesso à informação, principalmente no mundo digital, é essencial para a formação de uma sociedade crítica e ativa. No entanto, quando muitas pessoas no Brasil não têm acesso a recursos tecnológicos, elas acabam ficando de fora de discussões importantes, tornando-se mais vulneráveis à desinformação e à manipulação. Dessa forma, essas pessoas permanecem em uma situação de ignorância, o que dificulta sua capacidade de fazer escolhas e participar ativamente da sociedade.

Portanto, para promover a inclusão digital, é fundamental que o Governo invista principalmente em áreas periféricas, oferecendo aparelhos eletrônicos e acesso à internet de qualidade. Além disso, é necessário implementar programas de capacitação digital para garantir o uso eficaz dessas tecnologias. Assim, será possível combater a desigualdade e a falta de informação em um mundo digitalizado.