Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 10/07/2021
No tempo dos reinados, a família imperial era um exemplo a ser seguido por toda sociedade. De maneira análoga a isso, a influência existe desde antes de ser reconhecida como tal, impactando a vida das pessoas, mesmo que indiretamente. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o poder que os influenciadores possuem e a maneira como eles repercutem no mercado financeiro.
Em primeira análise, podemos destacar que é preciso grande responsabilidade para lidar com a internet no mundo atual, mantendo sempre o controle no que é falado e mostrado. Desse modo, muitas marcas podem tanto “estourar” e virar tendência quanto entrar em decadência. Como exemplo, o jogador Cristiano Ronaldo rejeitou garrafas de Coca-Cola durante uma coletiva de imprensa e por isso a empresa obteve um prejuízo de 20 milhões de reais, de acordo com o The News.
Além disso, é notória a inspiração consumista que esses influenciadores digitais transmitem aos seus seguidores, caso não adquira esse modo de vida, no qual muitas vezes não é real, o indivíduo arrecada crises existenciais em maioria. Consoante a isso, Albert Einstein cita que se você quer ter uma vida feliz, amarre-se a uma meta não às coisas, nem às pessoas. Dessa maneira, ser influenciado é bom, mas é importante que isso não afete suas escolhas.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham a ampliar a autonomia dos usuários em suas escolhas de investimento. Por conseguinte, cabe ao Ministério da economia, propagar em jornais e redes sociais, por meio de anúncios, os benefícios e malefícios que a alta indução acarretam. Somente assim, o consumidor alcançará com maior facilidade suas próprias decisões.