Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 09/07/2021

A Revolução Industrial, que ocorreu a partir do século XVIII, trouxe novas tecnologias. Nesse sentido, com o passar do tempo, elas estão sendo aprimoradas cada vez mais. Dessa forma, com a evolução desses novos aparelhos, foram criadas as redes sociais, surgindo então os influenciadores digitais. No entanto, como o próprio nome já diz, a função deles é influenciar. Desse modo, pode-se perceber pontos negativos dessa influência em relação ao consumismo, causando um descontrole mental às pessoas, fazendo-se com que realizem compras sem necessidades.               Segundo John Stuart Mill, “sobre o seu próprio corpo e mente, o indivíduo é soberano”. Entretanto, com o surgimento dos influenciadores, as pessoas, por muitas vezes, não estão tendo o controle sobre a própria mente e acabam sendo influenciadas ao consumo exagerado.                                         Ademais, pode-se frisar que, com a chegada da pandemia, o número de usuários na internet aumentou, mas o número de pessoas desempregadas também cresceu. Então, muitos que são influenciados a comprarem roupas e calçados caros acabam deixando de adquirir o que realmente tem necessidade, como, por exemplo, alimentos.                                                Infere-se, portanto, que algo deve ser feito para mitigar essa situação. É dever do Estado, enquanto órgão de maior poder nacional, diminuir o consumismo da população, promovendo publicidades para incentivar as pessoas a não praticarem o compras sem necessidade. Contudo, a fim de fazê-las entenderem que as propagandas praticadas pelos influenciadores são meras Ilusões e que podem causar até mesmo problemas mentais nos usuários. Assim, talvez, os indivíduos terão domínio sobre a própria mente, como já dizia o filósofo John Stuart Mill.