Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 21/07/2021

A terceira Revolução Industrial representou um novo modelo de lucrar e de trabalhar. Nesse viés, sabe-se que uma das grandes revoluções desse período foi no meio de comunicação, onde ocorreu a invenção de aparelhos que interligam virtualmente as pessoas. No entanto, uma das formas de trabalho que surgiu foi o de influenciador digital, -na qual certa pessoa, com bastante seguidores, ganha o produto da marca, o expõem, e induz os indivíduos a comprarem-, que tem impacto nas decisões do consumo. Dessa forma, têm-se que essa situação se dá pelo acesso á tecnologia, e tem como consequência à padronização social, além de também ser um indicador da desigualdade social.

Sob esse prisma, entende-se por tecnologia as ferramentas e máquinas que podem ser usadas para resolver problemas do mundo real, por exemplo, o apoio no marketing da empresa pelo meio virtual. Segundo um estudo da Qualibest, mostra que os influencers já são a segunda maior fonte de informação para a tomada de decisão dos consumidores. Nesse quesito, vê-se a importância de ter esse auxílio no mundo dos negócios, pois conforme é o engajamento da loja, bem falada, além de ser indicada por aqueles que tem uma audiência maior na internte, mais será a venda de seus produtos. Porém, pricipalmente para os jovens ou quem não sabe muito mexer nas redes virtuais, é importante ter  de ter estudos de como cuidar do seu próprio dinheiro nos ensinos escolares e como acessar o site.

Outrossim, sabe-se que o teconsiderado em tudo aquilo que a sociedade dominante -ou seja, aquela mais bem sucedida- acha correto e tenta impor, na atualidade, vê-se que o “possuir” faz parte da criação dessa aparência em comum. De acordo com o Guy Deboard, na obra A Sociedade do espetáculo, “a produção de imagens, a valorização da dimensão visual da comunicação, como instrumento de exercício do poder, de dominação social, existe em todas as sociedades onde há classes sociais.”  Nessa perspectiva, a influência que tem nas redes sociais também é uma mascara para a realidade brasileira, a desigualdade social, que há anos acompanha o país e que tantos lutam para combatê-la, e assim marca a exclusão dos indivíduos.

Portanto, fica evidente que é primordial cuidar dos pontos negativos que esse lado da compra e venda virtual trás. Desse modo, é dever do Governo Federal, junto com professores de administração e empreendedorismo, por meio das redes sociais- com lives, vídeos aulas e fotos expositivas-, explicar tanto para os influenciadores quanto para os influenciados não cair nas fake news, ter cuidado quando for fazer uma compra, ver se realmente o site é confiável, a fim de não cair nas presepadas desse “mundo”. Ademais, é importante lembrar a todos da realidade brasileira e impulsioná-los a ajudar o próximo com doações. Logo, com a educação e a informação o Brasil mudará sua realidade.