Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 16/07/2021
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando uma pessoa se mobiliza com o problema da outra. No entanto, quando se observa os influenciadores digitas e os seus impactos no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista só é constatatdo na teoria e não desejavelmente na prática, e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver esse inercial impasse.
É importante ressaltar, em primeiro plano, que segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilibrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, influenciadores potencializam o consumismo de pessoas que não tem o controle de suas compras, o qual rompe essa harmonia, haja vista que com a quantidade de influenciadores, pessoas sem o controle de compras, aumenta seu cunsumo com a quantidade de influencias vinda do meio digital, tornando uma batalha contra seus impulsos consumistas.
Outrossim, destaca-se influenciadores contratados para persuadir seus leitores como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar, dotada da exterioridade, coercitividade e generalidade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que influenciadores se aproveitam de seus seguidores para transmitir produtos pagos por seus donos, sem qualidade, e seus seguidores consomen apenas por estar entre os produtos mais falados entre os influenciadores, causando a generalidade do fato social de Durkheim.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que construa um Brasil melhor. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação (MEC) deve instituir, em escolas, palestras ministradas por psicólogos, que discutam a filtragem de informações vinda da internet, para que não haja uma generalização de consumo entre os consumidores, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus, para que não se viva a realidade das sombras, assim vivida na alegoria da caverna de Platão.