Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 11/08/2021
Com a ampliação do marketing de influência para as mídias sociais, os influencers vêm se tornando mais populares a cada década. Os creators buscam influenciar pessoas por meio das redes sociais criando um tipo de relação com seu público, nichado préviamente segundo uma categoria escolhida. Eles também são capazes de criar tendências, influenciar comportamentos e aquisições de seus seguidores.
Esse termo se tornou mais conhecido durante a segunda metade da década passada com a ascensão das mídias sociais, e com isso, o poder de influência ao consumo passou a ser ainda mais concentrado nas mãos desses influencers, uma vez que antes era contido em propagandas televisivas ministradas por celebridades.
Esse consumo, muitas das vezes exagerado e desnescessário, passou a ser cada vez mais comum no nosso dia a dia e pesquisas apontam que os influencers já são a segunda maior fonte de informação e tomada de decisão dos seguidores. Isso demonstra ainda mais o poder de influência, muitas das vezes persuasivo e exessivo, de influencers na vida de muitos brasileiros, se transformando no que também pode ser chamado de “influenciadores do consumismo”.
Com isso, a atenção para não cair nessas gafes do consumismo se faz de suma importância, já que a tendência é que ainda mais novos criadores de conteúdo surjam. Para tentar reduzir o número de consumistas, o ministério da educação em parceria com escolas brasileiras poderia adicionar uma matéria de educação financeira no currículo escolar. Essa ação beneficiaria milhares de cidadãos que chegariam em sua vida adulta sabendo administrar o seu dinheiro de forma útil e consciente, segundo suas nescessidades. Estudos já comprovam que adicionando essa matéria na grade curricular brasileira, os riscos de futuros problemas financeiros, particulares ou não, estariam sendo diminuidos à números baixos.