Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 17/08/2021
“A ignorância nunca resolve uma questão”. A afirmação atribuidada ao ex-primeiro-ministro Benjamin Disraeli pode ser facilmente acessível ao compprtamento da sociedade diante dos efeitos digitais e seu impacto nas decisões de consumo, já que a incapacidade das pessoas ao analisar essa realidade problemática, de forma racional e crítica, solidifica a escassez de medida para sua erradicação. Nesse contexto, indiscutivelmente, nota-se que os influenciadores digitais e seu impacto nas decições de consumo é um problema devido, não só, consumismo exacerbado, mas támbem ao meio ambiente.
Sob esse viés, pode-se apontar como empecilho à consolidação de uma solução, o consumismo exacerbado. Segundo Karl Marx, sociólogo prussiano, o “fetichismo de mercadorias”, coincide com as atitudes das compras pois são realizadas não por necessidade real, mas por uma felicidade fantosiosa e passageira . Em vista disso, nota-se que os influenciadores tem como papel influente nas escolhas de compras, uma vez que as redes sociais dispões de produtos variados. Com isso, a situação brasileira assemelha a máxima de Marx tornando-se relevante a discussão da vulnerabilidade desses consumidores digitais.
Paralelamente, convém destacar os efeitos negativos desse hiperconsumo ao meio ambiente gerado pela parte influenciadora. De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal brasileira, é direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Contudo, a própria sociedade colabora no cenário de, e os influenciadores digitais mostram-se despreocupados quanto à importância ambiental em seus perfis, sendo da produção de lixo. Nesse sentido, o impacto nocivo dos produtores de conteúdo digital suscita análises imperiosas ao que tange a norma constitucional da Carta Magna.
Para isso, a mídia, que leva conteúdo para o público, deve investir em comerciais mostrando a realidade de produtos que os influênciadores mostram em suas redes sociais, a fim de expôr a realidade para os internautas. Bem como, a sociedade deve se conscientizar aos proprios gastos e não se influenciar por tudo o que é divulgado.