Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 13/08/2021
Os influenciadores digitais, em conjunto da internet tornaram-se “porta-voz” de novos produtos do mercado, amplificando o conhecimento do objeto, impactando e convencendo seus seguidores ao uso. No entanto, essa prática reflete na vida dos brasileiros de maneira negativa, por causa das fakes news disceminadas, e também pela compulsão em comprar, desenvolvida nas pessoas devido o bombardeio excessivo de itens e alimentos na internet, gerando transtornos.
A partir desse paradigma, é notório que as fake news também são um protótipo usado para influenciar as pessoas para comprar, sem avaliar a qualidade. Segundo a Qualibest de pesquisas e dados, foi notificado que nada menos do que 49% dos entrevistados afirmaram que já consumiram um produto ou serviço porque foram influenciados digitalmente. Nesse viés, mostra-se que a taxa de influência é crescente, e a falta de ética e também a falta de orientação dos “influencers”, leva muitas pessoas a cair em golpes, uma vez que são muito influenciadas pelas redes.
Outrossim, o excesso de promoções e novidades sucede ao público pontos negativos, como transtornos de compulsão por compras e alimentar. Visto que consoante a pesquisa GlobalWebIndex, evidência que o Brasil ocupa o segundo lugar do ranking dos países que mais passam tempo nas redes sociais, com isso não obstante o controle do acesso a internet, é necessário o controle de propagandas digitais, que a presença exacerbada está deixando o público doente e mais ansioso.
Destarte, é imprescindível a tomada de medidas atenuantes nesse paradigma social que fere a segurança e o bem-estar do cidadão. Desse modo, cabe ao setor de segurança governamental e o digital, promover filtros nas redes, com intuito de garantir as diretrizes seguras do produto anuciado pelos influentes, verificando se a propagando é coerente ao produto, para que os indivíduos não sejam enganados por propagandas, e caso ocorra o digital responsável seja banido. Ademais, é fundamental que as publicações sejam analisadas pelo Ministério da Saúde, e seja selecionado os conteúdos exibidos ao público, e os que serão privados para visualizar-se apenas por opção, mitigando o bombardeio de informações, a fim de amenizar os transtornos desenvolvidos navegando na internet.