Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 13/08/2021

“Brasil, País do Futuro’’ é uma obra escrita pelo renomado Stefan Zweig, para enaltecer não somente aspectos positivos da nação, mas tembém para denunciar graves violações à dignidade humana. Tal senso crítico apresentado na coletânea de Zweig, convida o homem hodierno a uma importante missão: demonstrar os impactos que os influenciadores digitais causam nas decisões de consumo. Esse panorama cruel suscita ações mais efetivas tanto do Poder Público quanto da sociedade com o fito de solucionar esse problema.

De fato, vale analisar a postura negligente da sociedade no que se refere aos impactos nas decisões de consumo. A esse respeito, o filósofo Aristóteles, afirmou em sua obra Ética ‘‘A Nicômaco’’, que a sociedade somente encontrará equilíbrio se houver igualdade social para todos. No entanto, pode-se afirmar que os influenciadores digitais acabam causando prejuízo na vida de várias pessoas, pois muitos influenciam de maneira errada, como indicar sites falsos.

Seguindo essa linha de pensamentos, a sociedade é marcada por traços de ignorância que contribuem na marginalização de pessoas no que se refere aos impactos que os influenciadores digitais causam nas decisões de consumo. Outossim, a posição inerte do corpo social corrobora essa flagelo, disseminando publicidade e afetanto o custo de vida de várias pessoas. O sociólogo Zygmunt Bauman, afirmou em sua obra ‘‘Modernidade Líquida’, que vivemos em tempos líquidos a qual sentimentos como empatia e respeito esvaem-se pelos vão dos nossos dedos.

Urge, pois, a união do binômio Arena Pública e Ministério da Justiça e Segurança Pública a fim de desconstruir essa mazela. A priori, cabe ao Poder Público adotar medidas que visem o incentivo ao não consumo exessivo, visando uma sociedade mais equilibrada. A posteriori, cabe ao corpo social, com o auxílio da mídia, por meio de ficção engajada desnaturalizar práticas de influenciar propagandas enganosas.