Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 13/08/2021
Desde o início da segunda Revolução Industrial até a hodiernidade, o cenário profissional sofre transformações e exige cada vez mais versatilidade. Nesse contexto, é visto que o poder de influenciar pessoas através de midías digitais tornou-se a profissão da atualidade, de tal forma que empresas pagam pelo serviço dos chamados influenciadores digitais, que possuem um grande engajamento e poder influenciador sobre seus seguidores. Acerca disso, destaca-se o efeito negativo desse modelo de vida perfeito e consumista vivenciado por estes profissionais na sociedade.
Em primeira vista, temos um sociedade fortemente influenciada por opiniões em decisões de consumo, que vai desde uma indicação de um conhecido até propagandas televisivas ou divulgações digitais. Nesse ínterim, é visto que a população por vezes e induzida a consumir em excesso ou a seguir um estilo de vida.Portanto, concretiza-se que a imposição de um estilo de vida por esses influenciadores gera uma sociedade consumista.
Em outra visão, percebe-se o aspecto padronizador dessa profissão midiática, uma vez que são divulgados produtos que seguem um padrão e esse passa a ser imposto sobre a sociedade, de tal forma que é construida uma bolha social, onde todos compartilham dos mesmos gostos, costumes e pensamentos devido a modelagem de pensamento feita pelos influentes. Por meio disso, é de relevância ressaltar que tal fato contribui diretamente com a alienação social.
Dito isso, urge que Poder Executivo na forma de Ministérios atue na implementação de medidas que visem a mudança do atual panorama, diminuindo o poder influenciador das mídias digitais sobre a população de maneira a destruir esse capitalismo exarcebado e consumismo. Logo, tal ação efetiva-se mediante a atuação do Ministério da Ciência e Tecnologia , na criação de leis que determinem que as divulgações realizadas pelos influentes em acordo com empresas não devem reter-se a um padrão,aliado a isso avisos de não necessidade de consumir os produtos seriam obrigatórios, tais praticas com objetivo de extinguir essa prática modeladora e excludente.