Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 15/08/2021

A internet é um ambiente que vem abrindo muitas portas para as pessoas. Dentro das redes, muitas profissões estão sendo criadas e desenvolvidas. Um dos cargos que tem ganhado muita força no ramo digital são os “Influencers digitais”. O seu papel  é  criar uma conexão com o público, causando engajamento. Criando novas tendências, eles usam sua influência como forma de controlar o consumo de seus seguidores.

“A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia, e a mídia controla a massa”, essa frase, de George Orwell, retrata exatamente o comportamento do influenciador digital. O público mantêm o consumo, enquanto as marcas pagam os influenciadores, que por sua vez, influenciam diretamente no consumo daqueles que os assistem.

Por criarem um laço “um a um” com seus seguidores, os influenciadores tem um papel fundamental em suas escolhas. Quando alguém recomenda um produto ou serviço, isso desperta a curiosidade do internauta, que irá se interessar e, haverá uma grande chance de ele adquirir aquilo que está sendo anunciado. A confiança estabelecida é o critério chave para a venda, afinal, uma vez que o usuário confie na fonte, as chances de que o produto ou serviço será adquirido aumentam considerávelmente.

Mas, ao mesmo tempo que isso é bom para a marca, pode não ser tão bom para a massa. Alguns influenciadores não se importam em mentir sobre a qualidade de um produto contanto que sejam pagos. E isso pode afetar a sociedade negativamente. Muitas pessoas confiam nos influenciadores como se eles fossem o controle de qualidade daquele anúncio, e não hesitam em comprar.

A única forma de impedir um impacto negativo de consumismo exagerado e desnecessário - e até perigoso - é aumentar a fiscalização nas redes sociais, criando assim, uma peneira capaz de filtrar o conteúdo que é divulgado nas mídias. Dessa forma, será possível diminuir o consumo de produtos e serviços prejudiciais, e o conteúdo será melhor controlado dentro da internet.