Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 19/08/2021

Com o advento da internet e os avanços das tecnologias de informação, em especial as redes sociais, surgiu uma nova forma de fazer propaganda e publicidade, por meio de influenciadores digitais. No entanto, essa nova forma de promover uma marca pode contribuir negativamente nas decisões de consumo, ora pela valorização felicidade por meio do consumo, como exibida nas mídias socias, ora pelo consumo exagerado. Nesse sentido, convém avaliar as principais implicações do problema.

Em primeira análise, de acordo com Hobbes, matemático, “O homem é o lobo do homem”. Desse modo, percebe-se que toda a sociedade é influênciada por meio das mídias sociais, desde o modo de se vestir, o que comer e até o lugar para frequentar. Logo, não consomem os próprios desejos e ideais, mas sim o ideal de uma minoria, as divulgadas por digitias influences, que lucram promovendo uma marca, mesmo não utilizando essa. Nessa conjuntura, levam grande parte dos cidadãos a buscarem a felicidade por meio de algo que não garante esse sentimento.

Em segunda análise, esse novo modo de fazer propaganda, gera na sociedade um consumo exagerado, pois um objeto lançado hoje torna-se absoleto em poucos dias, gerando ansiedade e desejo por algo mais novo, “melhor”, com mais funcionalidades e etc. Como por exemplo os celulares, onde quase todos os mês são lançados modelos mais novos e mais ousados, e todos querem acompanhar a tendência, está atual, ou seja, a moda é celular pequeno, todos devem ter celulares pequenos, e assim sucessivamente, toda a população deve seguir o padrão que é imposto.

Diante disso, verifica-se a falta de orientação sobre o consumismo. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação preparar as escolas para o ensino financeiro, por meio da distribuição de cartilhas e vídeos, que oriente diretores, professores e auxiliares, sobre as mídias socias, influeciadores digitais e como esses influenciam diretamente no consumo exagerado das pessoas, para que os educadores oriente os alunos, promovendo atividades lúdicas, gicanas, teatros e grupo de discurssões, com o intuito de promover uma maior reflexão no momento do compra, para que seja avaliado a real necessidade e garantir um consumo mais sustentável, de acordo com o desejo individual. Dessa forma, será aproveitado de forma conciente toda a facilidade das novas tecnologias, e um olhar diferenciado frente às campanhas publicidades, e por fim, cada um saberá compra aquilo que trás para si felicidade e/ou que seja relamente necessário.