Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 19/08/2021
Na história antiga, o ser humano era motivado a consumir, como por exemplo no feudalismo, na qual os burgueses faziam um certo tipo de propaganda persuadindo as pessoas a comprarem tal coisa. No entanto, ao passar dos anos, com o advento da tecnologia e internet, surgiram novas figuras públicas como os influenciadores digitais ,que por meio de suas posições de prestígio, afetam nas decisões de compra de seus seguidores. Esse cenário antagônico é fruto de uma negligência governamental, consequentizando um consumo exarcebado por parte da população brasileira.
Nesse contexto, têm-se a influência da indiligência por parte do governo no problema. Segundo o teórico político Thomas Hobbes, “O Estado é responsável por garantir o bem-estar da população”. Entretanto, tal afirmação não tem sido uma prática no cenário hodierno, uma vez que o governo falha em não conseguir promover o consumo consciente, e o equilíbrio social, causando prejuízos à sociedade por não ter autonomia na realização de suas compras, resultado é uma comunidade desequilibrada nas suas decisões consumistas por uma influência digital. Dessa maneira, nota-se que potencializar a atuação das autoridades permitirá o pleno combate ao revés.
Faz-se oportuno sob um segundo olhar defender o consumo acentuado influenciado pelos influenciadores digitais, como produto de uma falha governamental. De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto qualibest, 73% dos brasileiros afirmaram que já compraram algo pela indicação do influenciador que segue. Nesse sentido, os consumidores consomem mais do que o necessário suprindo as suas necessidades, resultando em um gasto desmoderado. Desse modo, faz-se necessário a ação estatal em providenciar um consumo racional, prezando pela autonomia dos brasileiros, para que esses não sejam mais bombardeados de opiniões alheias, capazes de mudar suas mentalidades.
Portanto, são essenciais operantes para a reversão do imbróglio. Para isso, compete ao Ministério da Educação investir em um consumo responsável e consciente, por meio de palestras e cartazes, como quais orientações sobre a importância e como se desenvolver autonomia na realização de suas compras, não apagando influenciados pelos influenciadores digitais. Tal investimento deverá ser aplicado principalmente nas instituições educacionais, no intuito de que desde cedo os jovens compreendam a relevância de ter independência em seus consumos.