Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

Machado de Assis, em sua face realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos seus comportamentos egoístas é superficiais que caracterizavam essa nação. No entanto, no Brasil contemporâneo, percebe-se aspectos semelhantes quando se examina os influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo. Diante dessa perspectiva, a problemática mantém-se atualmente em virtude do descuido governamental e do silenciamento midiático.

Em relação a isso, é notório destacar o descuido governamental presente na questão. Nesse sentido, tal problema vem penetrando a sociedade e culminando uma série de questões, como a disseminação de ideias, e ideologias que incluem ambição. De acordo com Durkheim, filósofo francês, defende que o poder público se responsabiliza pelo gerenciamento dos debates que envolve a coletividade estabelecendo, por conseguinte, o bem-estar social. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, devido ao descaso do governo em viabilizar as demais tendências dos inspiradores sociais, contribui na permanência da ilusão do consumidor.

Além disso, convém ressaltar o silenciamento midiático como mais dos fatores que agravam o impacto nas decisões do consumidor. Segundo o filósofo Faucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Por essa ótica, pode-se observar que a mídia, em vez de promover matérias que elevem o nível da população sobre o consumo consciente, influencia para a consolidação do óbice.

Portanto, o governo federal, responsável por regar e organizar a sociedade, devem desenvolver ações nas redes sociais, por meio da produção de vídeos que alertem a respeito das condições da objeção. É possível também criar uma “hashtag” para ganhar mais visibilidade, de modo a conscientizar a comunidade sobre as consequências do tratamento que determinados canais de comunicação dão aos influenciadores digitais.