Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
A segunda revolução industrial sec. XIX trouxe um processo de produção novo, no qual o produto era fabricado em larga escala, com aliado ao crescimento do capitalismo o consumismo disparou, entretando, na realidade atual brasileira os influenciadores digitais tem aguçado ainda mais o consumo, porém, problemas como: o consumo de ideologias rasas e a importância do “ter” precisa ser solucionados.
Primeiramente, a falta de pensamentos críticos é uma problemática. Segundo o físico inglês Isaac Newton relata que: “o que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano”. Consequentemente, muitos influenciados são literalmente sabotados pelos influenciadores do “instagram”, não pensam em questões políticas, sociais ou econômicas, no entanto, acatam todas as informações que seu deus relata no “feed” das redes sociais, ignorando a largura, profundidade e imensidão dos conhecimentos que estão nos livros.
Em segunda análise , pode se destacar a objeção da nova era do “ter” ao invés de “ser”. Um estudo realizado pelo site Metropoles aponta que no ano de 2017 o “instagram” movimentou cerca de US$ 1,7 bilhão, um número expressivo no tocante a realidade da fome mundial. De modo que, as pessoas, principalmente os jovens, são alvos da ilusão do padrão perfeito, desse modo na visão da sociedade moderna para ser aceito é necessário ter um “iPhone” e ter determinado número de seguidores.
Portanto, é de suma importância que o governo assuma suas responsabilidades. Logo, nas atribuições de suas obrigações o Ministério da Econômia e o Ministério da Educação deve ampliar seus meio de conscientização, isso precisa ser feito por de: palestras em escolas estimulando o pensamento critíco na educação de base, ressaltando a importância do “ser” ao invés do “ter”, desistimulando o uso das redes sociais, com obejtivo de diminuir o indíce de influências negativas no mundo digital, para que dessa forma o brasileiro tenha uma melhor qualidade de vida.