Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

A criação do Instagram em 2010 alterou a maneira de como a publicidade era feita, isso por quê com a inovação dos processos comunicativos da sociedade as publicações começaram a atingir massas de pessoas que antes só eram possiveis de ser atingidas por meio da televisão. Nesse sentido, os influenciadores digitais começaram a ter forte impacto no padrão consumo da sociedade, e, portanto, agora suas publicações são responsáveis pelas decisões maléficas e benéficas do público. A partir disso, expõe-se que o aumento de poder dos “digital influencers” sobre a audiência tem como consequências a necessidade da concientização do mercado consumidor e a manipulação deste.

Sob esse prisma, relata-se que os influenciadores digitais são um intrumento social importante que determina a tomada de decisões da sociedade e, portanto, é um meio de concientização desta. A partir dessa perspectiva, expõe-se a recente busca do Estado de São Paulo (SP) de levar os jovens a se vacinarem contra o vírus Sars-Cov-02, os quais não compareceram em peso nos postos de saúde, assim como divulgado pelo governo. Nesse sentido, grandes nomes das redes sociais, como Alexandre “Gaules”, “streamer” renomado da plataforma Twitch, postam e induzem de maneira eficiente o público-alvo, por meio de publicações no Instagram e Twitter, buscando fortificar a campanha de vacinação no Brasil. Dessa forma, percebe-se que os “digital influencers” podem ser extremamente necessários fora do mercado de prudutos, impactando em áreas importantes da sociedade.

Concomitantemente a isso, relata-se que os influenciadores digitais, por possuiram poder nas decisões de consumo das massas sociais, podem manipular o mercado. Sob essa perspectiva, expõe-se o recente fato ocorrido com o bilionário Elon Munk, o qual, por meio de publicações no Twitter, influenciou os seus seguidores a investir no em determinadas criptomoedas e, posteriormente, desestimulou-os, controlando as “cryptocoins” para favorecer-se monetariamente. À vista disso, percebe-se que a influêcia pode ser usada para benéficio de um certo grupo minoritário de pessoas, em detrimento das grandes massas.

Portanto, chega-se a conclusão que os influênciadores digitais impactam fortemente nas decisões de consumo da sociedade, tanto beneficamente quanto maleficamente. Logo, é necessário que a Organização das Nações Unidas crie um orgão de fiscalização midiática - o qual seria responsável por analizar as publicações com impactos massivos no mercado, como a de Elon Musk - por meio de acordos entre os Estados membros, a fim de buscar maior controle sobre a influência das redes sociais, posto que essas serão o futuro dos meios de comunicação social. Assim, as “social networks”, como o Instagram, impactariam de melhor forma a sociedade.