Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

Comenta-se, com frequência, a respeito do poder dos influenciadores digitais nas decisões de consumo no meio social. Com o advento das redes sociais, essas celebridades virtuais passaram a impactar diretamente nas opiniões dos indivíduos. No entanto, isso trouxe prejuízos à sociedade. Assim, devido ao alcance dos influenciadores digitais nos meios virtuais e, em segundo plano, ao poder que esses têm de moldar comportamentos e atitudes, medidas são necessárias para mitigar tal obstáculo.

Diante desse cenário, o crescente alcance dos influenciadores digitais na população contribuiu nas decisões de consumo. Prova disso, segundo a Folha de São Paulo, cerca de 52% dos brasileiros são influenciados por essas celebridades virtuais na compra de diversos produtos. Esse fato revela o poder que eles têm de influenciar os indivíduos, atribuindo novas formas de publicidade às empresas. Em razão disso, por conectarem o produto com o público, são alvos para potencializar as vendas de vários estabelecimentos. Em suma, é fundamental que esse alcance seja utilizado de forma responsável, evitando a disseminação de produtos e informações não reais.

Além disso, os “digitais influencers” não possuem apenas poder nas decisões de consumo, mas também influenciam, muitas vezes, no modo de pensar e nas atitudes de comportamento. Sob essa ótica, conforme a frase citada no filme Homem-Aranha, “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. À luz dessa perspectiva, uma vez que eles possuem um grande alcance nas plataformas digitais, é necessário que informações reais sejam transmitidas para que não se tenha efeitos negativos na sociedade. Destarte, é premente que essas celebridades virtuais utilizem sua força de influência com seriedade, propagando notícias e produtos com veracidade.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse - uma vez que é preciso utilizar o poder dos influenciadores digitais com responsabilidade. Conforme Confúcio, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. Com base na máxima do filósofo, cabe ao Ministério das Comunicações - órgão responsável pela política nacional nos meios digitais - controlar a disseminação de informações e fiscalizar os anúncios publicitários, por meio de políticas de incentivo aos “digitais influencers”, a fim de evitar a manipulação nos comportamentos e nas atitudes. Assim, teremos, no futuro, um Brasil melhor.