Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
A primeira rede social surgiu em 1995 nos Estados Unidos e Canadá, chamda “Classmates”, com o objetivo de conectar estudantes nas faculdades. Entretanto, elas se multiplicaram e expandiram, funcionando principalmente para compartilhamento de opnião e imagem, buscando ter, cada vez mais, visibilidade, por parte de seus usuários. Ademais é indubitável analisar os impactos dos influenciadores digitais nas decisões de consumo
Nesse prisma, os influenciadores das mídias digitais para se manterem relevantes acabam se vendendo e fazendo coisas que não querem. Em virtude disso, segundo dados divulgados pelo Instituto Qualibest, mais de 50% dos usuários buscam a opnião de pessoas na internet antes de comprar algo. Assim, ocorre a tendência dos seguidores por seguirem a opnião de seus influenciadores. Logo, com busca pela relevância nas mídias e capital, muitos influenciadores se submetem a empresas duvidosas, divulgando produtos contestáveis, os quais estarão ameaçando o bem estar dos consumidores.
Por conseguinte, os movimentos de massas integrados com as mídias digitais, acabam gerando a exclusão daqueles que tendem a não aderir os movimentos. Acerca disso, o sociólogo Zygmunt Bauman evidencia em sua obra “Modernidade Líquida” a troca da lógica moral, pela de consumo, na qual as pessoas são analisadas pelo que compram. Isso evidencia a preferência social por seguir aqueles mais influentes. Por fim, esse favoritismo leva a massa a consumir os produtos divulgados pelos mais influentes e aqueles que não aderem acabam sendo bastante julgados.
Em suma, para fins de minimizar a problemática, o Governo federal, em parceria com os Veículos Mídiaticos, necessita concientizar a população sobre a forma de se consumir as redes sociais, através de meios como a internet e televisores, para assim evitar o consumismo desenfreado e a exclusão social. Pois, segundo o Zygmunt Bauman - Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas -.