Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
Hodiernamente é incontestável a persuação dos “digital influencers” no mercado de consumo, sendo responsáveis pela ascenção de diversas tendências, que estimulam o desejo de seus seguidores. Entretanto, o filósofo Nicolau Maquiavél cita no decerto: “Quanto mais próximo o homem estiver de um desejo, mais o deseja; Se não consegue realizá-lo, maior dor sente”, indicando como a promoção dessas tendências, podem acarretar em injúrias graves como o Bullying e a ampliação do Preconceito entre classes, afetando gravemente a prosperidade do país.
Portanto, vale ressaltar que a criação de tendências tem enorme influência no âmbito escolar, tendo em vista que a maior parte do público que consome mídia digital são jovens de 9 a 17 anos, que corresponde a cerca de 24,3 milhões de pessoas, de acordo com pesquisa do site “Agência Brasil”. Como consequência disso, devido a falta de maturidade, jovens que não correspondem ao renovado padrão, estão suscetíveis ao Bullying, como demonstrado em uma cena do filme “D.U.F.F. - Você Conhece, Tem ou É”, no qual a protagonista sofre agressões verbais, devido ao fato de não usar botas da mesma marca que as agressoras, no qual é resultado da influência da mídia sobre aquele produto.
Por conseguinte, não é ilógico relacionar o agravamento do Preconceito entre as classes, com a ascenção dos influenciadores, devido ao fato que a desigualdade social no Brasil corresponde as mais da metade da população, de acordo com pesquisas do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) “A disparidade econômica assola 51,5 % dos brasileiros, estando à frente de países como Estados Unidos da América, Alemanha e Grã-Bretanha”. Tendo esse fato ressaltado quando se vê que a maior parte dos produtos divulgados pelos influenciadores, não são proporcionais ao salário mínimo no Brasil.
Dessa forma, faz-se imprescendível que o Ministério da Educação e da Economia, promotores responsáveis pelo regimento e prosperação econômica-social, estabeleçam meios governamentais, como palestras e a criação de auxílios, para ultimar as injúrias relacionadas a convivência social e a disparidade econômica que consterna milhares de brasileiros.