Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

A relação de marketing e influência nos meios digitais mudou de maneira drástica com o surgimento e popularização de blogs em meados de 2010. As propagandas da televisão, que usavam celebridades eram “inalcançáveis”, todavia, ao acompanhar vídeos no YouTube e TikTok e “stories” no Instagram, a proximidade como o espectador é notória, fazendo com que essas pessoas sejam influenciadas nas escolhas de compras, “lifestyle” e opiniões. Mas até onde esse impacto deixa de ser saudável?

Em meio a maior crise sanitária da humanidade, muitos tópicos geram conflitos, como a obrigatoriedade da vacina, posicionamento político e como as autoridades devem lidar com as medidas preventivas. Além disso, todas as outras esferas que compõem o mundo contemporâneo somam-se, no exemplo da economia. Os influenciadores digitais se encontram nesse furacão, ao passo que são pressionados a expor a opinião frente a determinados assuntos, e caso a resposta do público for negativa, esses podem perder contratos.

Como supracitado, a pandemia gerou (e gera) instabilidade, tanto mundial, quanto individual e indicações de remédios para facilitar o emagrecimento, por exemplo, não configura uma prioridade. Em suma, os “influencers” devem ponderar questões abordadas e os produtos anunciados em seus perfis, principalmente quando as situações não se mostram favoráveis. Há a necessidade de debates e de indicações de mercadorias, mas na hora e lugar certos.